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Legenda
Uma cadeira vazia às 14h não é "hora livre". É receita que não volta.
Faz a conta com o SEU ticket: um horário furado por semana vira mais de quarenta buracos no ano — cada um do tamanho de uma venda que já estava fechada.
E o incômodo vem agora: o cliente que sumiu quase nunca é mau-caráter. Ele esqueceu. Marcou há doze dias, a vida aconteceu em cima — trabalho, filho, boleto — e o compromisso só existia na memória dele.
Contar com essa memória pra proteger o teu caixa não é confiança. É terceirizar o faturamento pra cabeça mais ocupada da relação.
Confirmar na véspera não é desconfiar de ninguém. É serviço, igual o café que você passa antes de ele sentar.
O cliente que some é falta de compromisso — ou falta de lembrete?
Comenta aí. E se você discorda, melhor ainda.
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